Boca Seca ou Boca Amarga?

Entenda estas alterações.

Mau Hálito ou Halitose

Saiba mais sobre o tratamento.

Doença Periodontal

Impactos sobre a saúde e terapêutica.

Conheça o Cuide do Hálito

Quando a Dra. Ana Elisa conheceu as dificuldades psicossociais associadas ao mau hálito crônico, entendeu que o tratamento envolve o cuidado físico e emocional das pessoas, pois a halitose representa um desequilíbrio do organismo. Assim surgiu o Projeto Cuide do Hálito…

Motivos para cuidarmos do seu hálito

Atendimento Humanizado e Individualizado

Em nosso projeto de atendimento cada paciente é único e esse aspecto é fundamental para um diagnóstico correto e para um tratamento duradouro. Aqui, acolhimento, respeito e atenção são fundamentais para a terapêutica.

Especialista em Periodontia

Sem cuidar das doenças periodontais, o tratamento da halitose muitas vezes se resume a limpezas de língua recorrentes e ineficazes. Valorize esta combinação.

Exame com Halímetro

Este exame verifica a qualidade do hálito e torna o diagnóstico objetivo, baseado em números. Tudo para que você tenha a tranquilidade de um tratamento embasado por avaliações sérias e conduzido por uma especialista.

Odontologia Multidisciplinar

Equipe de Dentistas Especialistas em suas áreas de atuação para que você encontre todos os profissionais que precisa para cuidar da sua saúde bucal em um só lugar.

Conheça melhor a Dra. Ana Elisa

Mestre em Clínica Odontológica pela UFRGS e Especialista em Periodontia, a Dra. Ana Elisa é Cirurgiã Dentista formada pela UFRGS em 2002.

Seu interesse pela Halitose surgiu a partir da interação desta área com a Periodontia, sua especialização. E ganhou forças quando ela percebeu que tratar halitose ou mau hálito não mudava apenas questões bucais, mas, a autoestima, segurança e a forma como os pacientes se relacionavam. Desde então, ela fez diversas qualificações e aprofundou seus estudos no Cuidado com o Hálito. Quer saber como a história continua?

Histórias que nos motivam

Paciente O.M.S. e seus 30 anos sofrendo calado

Homem, 73 anos, Aposentado

O seu O.M.S. contou que há 30 anos sofria com inflamações da gengiva e gosto de sangue na boca. Acordava com gosto amargo e com sangue no travesseiro. Ele passou boa parte de sua vida profissional se sentindo muito constrangido porque não conseguir falar direto com as pessoas. Tinha muito medo de sentirem o mau hálito e sempre procurava subterfúgios para disfarçar o problema. Em casa, o filho, a esposa e toda a família reclamavam do seu hálito.

Depois de 30 anos enfrentando o problema, ele começou a achar que tudo aquilo era normal. Algo que já fazia parte da vida dele de tal maneira que nem se reconhecia mais sem inflamação na boca ou alteração no hálito. Foi quando ele perdeu um dente da frente.

Neste momento, a família deu um basta e tomou a iniciativa de procurar um tratamento do hálito pela internet. O tratamento periodontal foi a base terapêutica.

Paciente M.K.L. e sua peregrinação em busca de tratamento

Homem, 65 anos, Desenvolvedor de Sistemas

O paciente chegou à clínica contando que tem lembranças da infância de seus pais falando sobre o seu hálito. Além disso, sua esposa também relatava que percebia alterações.

Em busca de uma solução, ele visitou um Dentista que não encontrou nada que justificasse e acabou não resolvendo. O Otorrino identificou a formação frequente dos Caseos Amigdalianos, que são bolinhas de material calcificado que se acumulam nas amígdalas e tem um cheiro desagradável. Desde então, ele passou a fazer a limpeza destes caseos quase que diariamente, mas, ainda assim o problema não era resolvido. O Otorrino chegou a sugerir que as amígdalas fossem removidas.

Ainda buscando uma solução para o seu caso, M.K.L foi ao Gastro, fez 3 endoscopias, tratou a gastrite, mas, ainda continuava apresentando alterações no hálito.

Ele ia regularmente ao dentista, extraiu os sisos, usou aparelho, fazia uso de fio dental e tinha uma higiene impecável, mas, nada disso parecia capaz de melhorar o seu hálito.

Paciente D.S.F e sua atitude decida na busca por tratamento

Mulher, 59 anos, Advogada

A D.S.F. sempre foi daquelas mulheres bem resolvidas. Então, quando um problema aparece ele imediatamente busca solução. Não foi diferente quando começou a perceber uma secreção que descia pelo nariz e pingava na garganta dando gosto amargo. O que ela não sabia é que se tratava de um caso de secreção nasal posterior e que as mesmas bactérias que vivem no nariz habitam a cavidade bucal também.

Por causa desta secreção recorrente, ela considerou que poderia estar com halitose. Não pensou duas vezes, foi para a internet, localizou um tratamento e resolveu a questão.

Ela ficou encantada com o tratamento porque, em pouco tempo, a secreção que pingava da garganta para a língua sumiu e ela reconquistou segurança com relação ao seu hálito.

Paciente D. F. e a halitose da intimidade

Mulher, 49 anos, Contadora

Como ela atende ao público, morria de medo de os clientes sentirem sua alteração no hálito e, por vezes, ouvia seu marido reclamar que ela estava com mau hálito.

Então, resolveu procurar atendimento para evitar que as coisas se agravassem. Seu tratamento foi um sucesso e ela está muito feliz porque o marido falou que nunca mais sentiu nada, além disso, disse que ela está super bem.

D.F. estava ciente de que a halitose dela era a chamada halitose da intimidade. Ainda assim, procurou atendimento para que seu caso não evoluísse para uma halitose pior, perceptível pelos clientes ou em seu ambiente de trabalho. Antes de chegar a Dra. Ana, ela já tinha passado por vários dentistas que não descobriram a causa ou conseguiram tratar sua halitose.

S. V. e a vergonha de buscar tratamento

Mulher, 56 anos, Empresária

S. V. vinha sofrendo com halitose há 4 anos e seu marido vinha pedindo muito para que ela buscasse um tratamento. Tanto ao acordar quanto ao longo do dia, ela sentia gosto amargo na boca e isso a incomodava profundamente. Além disso, vinculava o fato de sua halitose piorar quanto ela estava mais cansada, ou estressada.

Tinha muita vergonha de procurar tratamento, e depois, quando reuniu coragem procurou outros cirurgiões dentistas e otorrino que não solucionaram a questão.

Como sua saúde estava em plenas condições, as causas da halitose eram bucais, assim como acontece com 95% dos casos que chegam até a clínica.

Paciente A.C.P

Homem, 42 anos, Engenheiro

Sentia a boca extremamente seca e com frequência também amarga, o que me causava muito desconforto.
Ao procurar o cirurgião-dentista especializado, foi diagnosticado que isso decorria de uma disfunção na produção de saliva. Esta disfunção salivar, além de causar secura e amargor ainda provocava a pigmentação dos meus dentes.

O tratamento foi bastante simples e teve um excelente resultado em um curto espaço de tempo.

Recomendo fortemente que as pessoas façam uma avaliação sobre sua saúde salivar. Vale muito a pena.

Depoimentos

Segurança para falar de perto em todos os momentos que constroem a sua história. E liberdade para se relacionar no trabalho, no amor, na vida. Cuide-se. Viva mais e melhor.

Cuide do Hálito Responde

Este é talvez o maior mito que envolve a halitose. É muito raro um caso de mau hálito com origem estomacal. Existem algumas situações em que o ar pode vir do estômago com odor alterado, como no refluxo gástrico, eructação gástrica (arroto). Mas, nestas situações, o cheiro percebido será ácido e não com odor de enxofre, característico da halitose crônica.

Mais de 90% dos casos são de origem bucal, por isso, o Cirurgião-Dentista qualificado é o profissional responsável por conduzir o diagnóstico preciso e o tratamento eficaz.

Para responder esta questão, pense no que acontece quando você entra em um apartamento recém pintado. No início o cheiro é forte, mas, depois de algum tempo ele se torna praticamente imperceptível, não é mesmo?

Tudo isso acontece em função de um processo chamado de Fadiga Olfatória, que é deflagrado pela enorme capacidade de adaptação do nosso olfato para que possa sentir novos cheiros. Isso acontece porque o olfato humano identifica um único odor por vez e deixa de senti-lo se ele for constante.

A Fadiga Olfatória explica porque deixamos de sentir o cheiro do apartamento recém pintado e também as alterações do nosso hálito. Por isso, é muito comum pacientes que sofrem com alterações no hálito não saberem que tem o problema.

Devido a fadiga olfatória, que faz com que nosso olfato se acostume com os odores depois de algum tempo de exposição, somos péssimos juízes do nosso hálito.

Técnicas como lamber a mão e esperar a saliva secar para depois cheirar, apesar de popularizadas, também não são confiáveis e podem apresentar resultados falso positivo. O mesmo acontece com aquele teste famoso de juntar as mãos em concha para cheirar o hálito. Por isso, em caso de dúvidas sobre a qualidade do seu hálito, o teste mais eficaz é perguntar para uma pessoa de sua confiança se existe alteração de ar perceptível quando você fala de perto ou assopra em direção ao seu rosto. Ou ainda, em caso de dúvidas, procure um profissional qualificado e faça o teste com o halímetro, uma tecnologia que mede os gases causadores do mau hálito e possibilita um diagnóstico eficaz, concreto e confiável.

Buscas na internet sobre remédios caseiros para curar problemas do hálito são muito frequentes. A grande questão é que as soluções caseiras apenas mascaram o problema temporariamente. Como são paliativos, podem interferir na segurança de quem sofre com a halitose por dificultar a conquista da confiança na qualidade do hálito.

Além disso, alguns remédios caseiros podem, inclusive, causar outros problemas de saúde. O bicarbonato de sódio, por exemplo, contribui com a remoção de resíduos. Mas, a utilização em excesso pode irritar a mucosa bucal e até agravar a halitose porque deixa alcalino o pH bucal.

O limão e outras frutas cítricas, que contribuem para o cuidado com o hálito por estimular a salivação podem causar sensibilidade nos dentes e alterações estomacais. O mesmo acontece com o cravo da índia, que quando usado em excesso irrita a mucosa bucal e favorece sua descamação, potencializando a formação de saburra.

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