Tem mau hálito e não sabe? Não tem e sofre?

Ele TEM mau hálito, mas não sabe. Ela NÃO TEM, mas sofre todas as restrições, como se tivesse.

Hoje eu quero falar sobre as angustias e restrições enfrentadas nestas duas situações e explicar como o tratamento do mau hálito pode contribuir para mudar vidas.

Primeiro que sim, é muito comum pessoas com mau hálito crônico não saberem que enfrentam o problema. Isso acontece por um processo fisiológico chamado de fadiga olfatória, que faz com que a gente se acostume e pare de sentir odores aos quais somos expostos com frequência. Assim como deixamos de sentir o cheiro do perfume que usamos diariamente, quem TEM MAU HÁLITO CRÔNICO DEIXA DE SENTIR QUE SEU HÁLITO ESTÁ ALTERADO.

E nestes casos é comum a pessoa perceber que os outros se afastam ou as evitam, mas, não entender o que causa esta atitude.

Por outro lado, também já recebi PACIENTES QUE NÃO TINHAM ALTERAÇÃO PERCEPTÍVEL NO HÁLITO ou que o seu problema era muito menor do que a convicção que tinham de que seu hálito estava ruim. E evitavam falar perto ou em lugares fechados, usavam regularmente balas e chicletes para “disfarçar o hálito”, ficavam desconcertados se alguém coçasse o nariz na sua presença ou lhe oferecesse uma bala. Eles poderiam jurar que estes comportamentos estavam relacionados à alteração no seu hálito.

Nestes dois casos AS RESTRIÇÕES SOCIAIS, PROFISSIONAIS, EMOCIONAIS E AMOROSAS são muito grandes. E o tratamento do hálito é fundamental tanto para controlar as causas quanto para DEVOLVER A SEGURANÇA, A ESPONTANEIDADE, A AUTOESTIMA E A LIBERDADE.

Por isso, para mim mais do que um tratamento odontológico, o tratamento do hálito é uma missão de DEVOLVER VIDA A VIDA de quem enfrenta a alteração! E divulgar o assunto também. Então, se você tem algum amigo que sofre com mau hálito, fale sobre o tratamento. E se você tem dúvidas sobre o seu hálito, pergunte a alguém próximo se já notou alguma alteração, ou se preferir, venha fazer uma avaliação profissional.

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